
A impressão 3D também pode entrar na produção de uma peça através dos moldes e das ferramentas. Essa ligação esteve na agenda da conferência de fabrico aditivo para fundição da American Foundry Society, marcada para 20 e 21 de outubro em St. Louis, nos Estados Unidos.
Do desenho à produção por fundição
O programa oficial incluiu desenho para fabrico aditivo, impressão de areia, ferramentas, aplicações híbridas e processos com modelos consumíveis. A comparação com métodos convencionais de fundição também integrou os temas anunciados.
É uma perspetiva interessante para quem associa a impressão 3D apenas a objetos acabados: o valor de uma peça impressa pode estar naquilo que ajuda a fabricar a seguir. Um projeto pode reunir várias técnicas, cada uma escolhida para uma etapa específica.
Porque interessa a quem desenvolve produtos
Ao avaliar uma peça, pode fazer sentido perguntar se o fabrico aditivo deve produzir o objeto final ou apoiar uma etapa intermédia. Um protótipo, um modelo ou uma ferramenta podem ter objetivos muito diferentes.
Para clientes e makers, a principal ideia é manter o processo de fabrico em aberto durante o desenvolvimento. A escolha deve partir da função da peça, da quantidade pretendida e dos requisitos de acabamento, em vez de assumir à partida uma única tecnologia.
Fonte: programa oficial da American Foundry Society, evento de 20–21/10/2026.
